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  • Foto do escritorEng. Nunziante Graziano Ph.D

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E O “NEGAWATT”



Prezado leitor, o tema que gostaria de discutir hoje é o futuro verbete conhecido como NEGAWATT. 


Considere a meditação a seguir: “A energia elétrica mais barata, com menor impacto ambiental e mais eficiente que existe, é a energia economizada”. Mas, até que ponto podemos ou devemos reprimir o consumo de energia, sem com isso, afetar o conforto e as benesses da modernidade? 


Bom, vamos tentar responder a esta pergunta discutindo onde perdemos energia ou onde o consumo de energia não realiza trabalho, de modo a buscar eficiência sem privações. Muitas iniciativas de grande valor incentivam exatamente essas análises, como a certificação LEED (Green Building Council Brasil) e a etiquetagem de eficiência energética em edificações como o SELO PROCEL EDIFICAÇÕES. Cada um deles aborda de maneiras diferentes o consumo global de energia, como é o caso do Selo Procel, que avalia a Envoltória, a iluminação e o condicionamento de ar, e no caso do LEED, que avalia aspectos econômicos, sociais e ambientais, mas sobretudo tratando de recursos, aborda projeto integrado, localização e transporte, implantação, eficiência do uso da água, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, inovação e critérios específicos da localidade do edifício. 


Pensando restritamente nas instalações elétricas, que correspondem a uma parcela importante das perdas, é importante considerar os melhores materiais e as melhores práticas de engenharia que limitem a queda de tensão dentro de limites muito mais restritivos que a NBR-5410, máquinas e equipamentos operando em tensões mais elevadas, de modo a reduzir correntes e consequentemente, perdas por efeito Joule, entre tantas outras iniciativas que possibilitem, no final das contas, o uso de todos os aparelhos elétricos que tanto conforto e satisfação nos trazem, como computadores, celulares, televisores, ar-condicionado, etc... 


Cabe ressaltar que ainda são muitos, aqueles que preferem usar um cabo de menor bitola, pois hoje economiza na instalação, mas passa a vida toda pagando pela perda por dissipação térmica neste cabo, por conta da maior temperatura do condutor pela passagem da corrente. 


É necessário considerar sempre o conceito do Custo do Ciclo de Vida. É neste total que mora a melhor decisão, não no Capex, como dizem os economistas!!! Portanto, pensemos sempre no Capex + Opex, ou seja, custo de instalação acrescido do custo de operação ao longo do ciclo de vida. Boa Leitura!

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